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19/02/2021

Programa de potencialização de startups apoiado pelo Sicredi abre inscrições

Startups do Brasil inteiro podem se inscrever no programa Intensive Connection, realizado pelo hub de inovação AgTech Garage com apoio do Sicredi, para oferta de soluções digitais no campo

A modernização no campo segue a todo vapor possibilitando aos produtores rurais aperfeiçoarem os seus negócios e aumentarem o rendimento. Nesse contexto, o boom das startups também acabou sendo um forte aliado para o desenvolvimento nas zonas rurais do nosso país, a partir das chamadas agritechs, empresas voltadas para o desenvolvimento de soluções para o agronegócio.
 
Diante disso, o programa de potencialização de startups Intensive Connection, desenvolvido pelo AgTech Garage, maior hub de inovação da América Latina para o agronegócio localizado em Piracicaba (SP), com apoio do Sicredi, chega à terceira edição e está com inscrições abertas até o dia 9 de março. Os interessados em participar do programa, que possibilitará uma experiência única no desenvolvimento de soluções para o campo com apoio de empresas ligadas ao setor, podem se cadastrar  pelo site www.agtechgarage.com/intensive-connection/.
 
“O Sicredi, como uma instituição muito próxima dos produtores rurais, busca nessa parceria estimular cada vez mais as conexões entre o campo e a tecnologia, visando levar desenvolvimento para as regiões onde está presente e soluções inovadoras e oportunas aos nossos associados agro”, explica Luis Henrique Veit, gerente de Agronegócios do Sicredi.
 
O Intensive Connection é um programa de potencialização de startups focado em soluções inovadoras para a sustentabilidade e competitividade do agronegócio nacional. Para a edição deste ano, os empreendedores devem apresentar ideias relacionadas a sustentabilidade do agronegócio, agricultura familiar e soluções que impactam positivamente a cadeia de valor dos fertilizantes, que contribuam para a saúde animal, ou que otimizem o processo de concessão de crédito, a avaliação de risco e a regularidade ambiental.
 
Na fase inicial serão escolhidas até 30 startups que participarão do pitch day, em que farão a apresentação da empresa e suas soluções e serviços a um comitê de seleção formado por executivos das instituições parceiras da ação. Após isso, os participantes passarão por uma nova análise e doze serão finalistas para integrarem o time de selecionados para o programa.
 
As doze finalistas participarão de seis meses de encontros e conexões com executivos das empresas parceiras, produtores e especialistas de mercado, explorando conteúdos essenciais para superação dos desafios das startups e realização de proofs of concept (POCs), sigla em inglês para definir demonstrações de validação de ideias ou conceitos. Cada instituição parceira conta com um tema que será foco da edição do programa. No caso do Sicredi, o tema é “Empoderar o Produtor Rural com acesso a novas tecnologias”. A instituição busca, assim, soluções em três setores que possam dar condições e suporte para o produtor rural crescer de forma sustentável e competitiva no mercado: Planejamento de Safra, Gestão Financeira da propriedade e Controle e manejo de pragas e doenças na lavoura.
 
Além de outros benefícios, os selecionados terão acesso ao hub do AgTech Garage, exposição ao mercado e viagens custeadas para visitas às áreas de inovação dos parceiros do programa para estreitar relacionamento e aumentar chances de fechar negócios. O Intensive Connection também é equity free, ou seja, não requer que o empreendedor inscrito venda parte de seu negócio por um valor pré-determinado no início do programa. Além do Sicredi, o programa conta com o apoio da Bayer, Bunge, Ceva, OCP e Suzano.



 




Fonte: Comunicação Sicredi Sul SC



  • A 1ª Turma Ordinária do CARF, em caso de relatoria do Conselheiro Laércio Cruz Uliana Junior, deu parcial provimento ao recurso Voluntário de uma Cooperativa de saúde para excluir da base de cálculo das contribuições os valores referentes aos repasses a cooperados e os dispêndios com a rede própria.

    A discussão travada no CARF decorre da autuação pela Receita Federal de Cooperativa de saúde em virtude da apuração de falta de recolhimento da Contribuição para o PIS/Pasep, no período de janeiro a dezembro de 2011, e da falta de recolhimento da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social – Cofins, no mesmo período.

    Em sua defesa, a Cooperativa apresentou impugnação, sustentando, dentre outros pontos, que o auto de infração foi “constituído sob a premissa de que as cooperativas de saúde praticam atos não cooperativos quando da celebração de contratos de plano de saúde, o que iria de encontro à Lei 5.764, de 1971, em especial os seus artigos 3º, 4º, 5º, 7º e 79º, que estabelecem que as cooperativas podem adotar qualquer gênero de serviço”, requerendo, ao final, “o cancelamento do auto de infração ou, alternativamente, a exclusão da base de cálculo dos valores referentes a receitas financeiras e patrimoniais, dos valores repassados a cooperados, dos destinados à provisão técnica e das receitas de intercambio, lançadas em duplicidade, bem assim o afastamento da multa de ofício e dos juros sobre ela”.

    Na opinião do Dr. Rodrigo Forcenette, advogado especialista em Direito Cooperativo, da Brasil Salomão e Matthes Advocacia, “trata-se de um importante precedente, na medida em que reconhece que os repasses efetivados por Cooperativas de Trabalho Médico/Operadoras de Planos de Saúde aos seus cooperados, assim como os custos com rede própria, decorrentes dos atendimentos médico-hospitalares efetivados aos seus pacientes (contratantes/usuários), devem ser deduzidos da base de cálculo do PIS/COFINS, com fundamento no art. 3, §9º e 9º-A da Lei 9.718/98.”

    Clique aqui para acessar a íntegra da decisão do CARF.