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31/10/2019

Alfa 52 anos: “Aqui, o que se promete, se cumpre”

Aos 52 anos, a Cooperalfa se transformou em um indiscutível e forte instrumento na defesa econômica e construção social das mais de 20 mil famílias associadas, tornando-se referência em saúde financeira. Centenas de eventos de atualização técnica por ano, dezenas de cursos sobre gestão agrícola, preparação de jovens e mulheres, planos e resultados esclarecidos à liderança e aos cooperados, assembleias objetivas e com clareza informativa, além de centenas de ações de mídia, garantem às comunidades a transparência tão desejada.



Hoje, são 154 CNPJS entre indústrias, rede de silos e mercados, lojas agropecuárias, Unidades de Produçaõ de Leitões, Postos de Combustíveis e Unidades de Beneficiamento de Sementes. Agregar valor às atividades agropecuárias continua sendo nossa bandeira, além da devolução da Cota-Capital aos sócios, cujo valor já passa dos R$ 115 milhões e outros R$ 240 milhões serão entregues no futuro.



Nos últimos 10 anos, investimos R$ 900 milhões no imobilizado (novas obras, ampliações, inovações estruturais e tecnológicas, além de manutenções relevantes), e nenhum associado precisou tirar dinheiro do bolso para isso. É dinheiro que gerou ambientes modernos, operações de cereais mais ágeis, pessoas mais confortavelmente trabalhando e consumindo, afinal, quem não cresce, decresce, até sucumbir.



É preciso que os sócios, corpo funcional, clientes e sociedade como um todo, ao decidirem por um rumo, pesem a coerência, a seriedade, a lisura, o aspecto humanista e a responsabilidade da Cooperalfa. Aqui, o que se promete, se cumpre. Contra isso, atua o imediatismo. Num projeto coletivo, para que todos tenham melhor êxito, é preciso cultivar a paciência e a perseverança. Conheço muitos agricultores que perderam dinheiro, seja pela pressa ou pelo desconhecimento das garantias e segurança proporcionadas pela Alfa, traindo comercialmente o próprio negócio.



A aproximação da Alfa com a nova geração de agricultores, está se dando pelas tecnologias comunicacionais, sendo que algumas também são ferramentas de administração. Nesse sentido, há uma linha estratégica que preconiza o avanço das interligações digitais com a base, sem que percamos o relacionamento face a face, afinal, essa essência deve permanecer.



Foco no negócio, ética, valorização do associado, predisposição à  inovação tecnológica tanto para o campo quanto para o miolo da cooperativa, serão as flechas que indicarão o sucesso desse empreendimento quando chegar aos 100 anos.



Comemorar os 52 anos, SIM, porém, o que foi até aqui, por mais que tenha sido bom, poderá ser insuficiente nas próximas décadas. Parabéns a você, que interage, apoia, sugere melhorias e acredita nesse projeto chamado Cooperalfa.



Romeo Bet  |  presidente da Cooperalfa, em seu 3º mandato




Fonte: Assessoria de Imprensa Cooperalfa



  • A 1ª Turma Ordinária do CARF, em caso de relatoria do Conselheiro Laércio Cruz Uliana Junior, deu parcial provimento ao recurso Voluntário de uma Cooperativa de saúde para excluir da base de cálculo das contribuições os valores referentes aos repasses a cooperados e os dispêndios com a rede própria.

    A discussão travada no CARF decorre da autuação pela Receita Federal de Cooperativa de saúde em virtude da apuração de falta de recolhimento da Contribuição para o PIS/Pasep, no período de janeiro a dezembro de 2011, e da falta de recolhimento da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social – Cofins, no mesmo período.

    Em sua defesa, a Cooperativa apresentou impugnação, sustentando, dentre outros pontos, que o auto de infração foi “constituído sob a premissa de que as cooperativas de saúde praticam atos não cooperativos quando da celebração de contratos de plano de saúde, o que iria de encontro à Lei 5.764, de 1971, em especial os seus artigos 3º, 4º, 5º, 7º e 79º, que estabelecem que as cooperativas podem adotar qualquer gênero de serviço”, requerendo, ao final, “o cancelamento do auto de infração ou, alternativamente, a exclusão da base de cálculo dos valores referentes a receitas financeiras e patrimoniais, dos valores repassados a cooperados, dos destinados à provisão técnica e das receitas de intercambio, lançadas em duplicidade, bem assim o afastamento da multa de ofício e dos juros sobre ela”.

    Na opinião do Dr. Rodrigo Forcenette, advogado especialista em Direito Cooperativo, da Brasil Salomão e Matthes Advocacia, “trata-se de um importante precedente, na medida em que reconhece que os repasses efetivados por Cooperativas de Trabalho Médico/Operadoras de Planos de Saúde aos seus cooperados, assim como os custos com rede própria, decorrentes dos atendimentos médico-hospitalares efetivados aos seus pacientes (contratantes/usuários), devem ser deduzidos da base de cálculo do PIS/COFINS, com fundamento no art. 3, §9º e 9º-A da Lei 9.718/98.”

    Clique aqui para acessar a íntegra da decisão do CARF.