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NOTÍCIAS

12/06/2019

Viacredi é eleita uma das melhores empresas para trabalhar na América Latina

Unir pessoas para transformar vidas é o propósito da Viacredi. Para que isso chegue até os cooperados, uma das ferramentas é cuidar do bem-estar de quem fica nos bastidores: os colaboradores. Proporcionar um ambiente onde eles tenham orgulho de trabalhar está entre as propostas da Viacredi. E esse foi um dos motivos que levou a instituição a ser eleita como uma das MelhoresEmpresas para Trabalhar da América Latina pelo Instituto Great Place to Work (GPTW). Na categoria Grandes Empresas Nacionais latino-americanas, a cooperativa conquistou a 23ª posição.

O evento de premiação aconteceu em maio, em São Paulo (SP), com a presença do presidente do conselho administrativo da Viacredi, Moacir Krambeck, e Adelino Sasse, diretor administrativo. “É sempre uma satisfação saber que, além de colaborar com o crescimento dos nossos cooperados, podemos contribuir com uma atmosfera agradável para todos que fazem parte das nossas cooperativas. Nos últimos anos a premiação foi nacional e hoje celebramos o título latino-americano, mas continuaremos trabalhando paramelhorar sempre”, relata Krambeck. “A Viacredi tem como missão ter colaboradores e cooperados felizes, pois acredita que somente pessoas felizes são capazes de fazer outras pessoas felizes”, complementa.
 
Na pesquisa divulgada em 2018, relativa ao ano de 2017, a Viacredi ocupou a 15ª posição entre as principais do Brasil e liderou o grupo das grandes empresas de Santa Catarina. Na avaliação de 2016, a cooperativa conquistou o 21º lugar e com os resultados de 2015, o 25º.

Atualmente, a Viacredi está presente em 20 cidades catarinenses e é a maior cooperativa de crédito do país em número de cooperados. “Já somos 1,6 mil colaboradores e mais de 500 mil cooperados. É uma grande responsabilidade para nós, enquanto instituição, sermos responsáveis por tantos lares e histórias. Dar a eles o melhor, é o mínimo que podemos fazer”, complementa o presidente do conselho administrativo.




Fonte: Assessoria de Imprensa Viacredi



  • A 1ª Turma Ordinária do CARF, em caso de relatoria do Conselheiro Laércio Cruz Uliana Junior, deu parcial provimento ao recurso Voluntário de uma Cooperativa de saúde para excluir da base de cálculo das contribuições os valores referentes aos repasses a cooperados e os dispêndios com a rede própria.

    A discussão travada no CARF decorre da autuação pela Receita Federal de Cooperativa de saúde em virtude da apuração de falta de recolhimento da Contribuição para o PIS/Pasep, no período de janeiro a dezembro de 2011, e da falta de recolhimento da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social – Cofins, no mesmo período.

    Em sua defesa, a Cooperativa apresentou impugnação, sustentando, dentre outros pontos, que o auto de infração foi “constituído sob a premissa de que as cooperativas de saúde praticam atos não cooperativos quando da celebração de contratos de plano de saúde, o que iria de encontro à Lei 5.764, de 1971, em especial os seus artigos 3º, 4º, 5º, 7º e 79º, que estabelecem que as cooperativas podem adotar qualquer gênero de serviço”, requerendo, ao final, “o cancelamento do auto de infração ou, alternativamente, a exclusão da base de cálculo dos valores referentes a receitas financeiras e patrimoniais, dos valores repassados a cooperados, dos destinados à provisão técnica e das receitas de intercambio, lançadas em duplicidade, bem assim o afastamento da multa de ofício e dos juros sobre ela”.

    Na opinião do Dr. Rodrigo Forcenette, advogado especialista em Direito Cooperativo, da Brasil Salomão e Matthes Advocacia, “trata-se de um importante precedente, na medida em que reconhece que os repasses efetivados por Cooperativas de Trabalho Médico/Operadoras de Planos de Saúde aos seus cooperados, assim como os custos com rede própria, decorrentes dos atendimentos médico-hospitalares efetivados aos seus pacientes (contratantes/usuários), devem ser deduzidos da base de cálculo do PIS/COFINS, com fundamento no art. 3, §9º e 9º-A da Lei 9.718/98.”

    Clique aqui para acessar a íntegra da decisão do CARF.