SEMINÁRIO APONTOU CAMINHOS PARA CRISE DA ÁGUA EM CHAPECÓ.
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O sistema de captação, tratamento, armazenagem e distribuição de água de Chapecó está destroçado e requer 200 milhões de reais de investimentos. A municipalização do sistema é um processo necessário e irreversível. Eficiência na gestão é essencial para a viabilidade técnica e econômica. Essas são algumas das conclusões do IV Seminário Unimed/ACIC de Desenvolvimento e Saúde “Água: abastecimento, crise e soluções” que a Cooperativa de Trabalho Médico da Região Oeste Catarinense e a Associação Comercial e Industrial de Chapecó promoveram, nesta semana, no auditório da Unoesc, em Chapecó, reunindo cerca de 400 pessoas.
O evento foi aberto pelo presidente da Unimed, Luiz Roberto Dalla Costa, e encerrado pelo presidente da Acic, João Carlos Stakonski. Teve a mediação do jornalista Moacir Pereira e a participação de seis debatedores: o vice-prefeito de Chapecó José Cláudio Caramori; o engenheiro sanitarista e ex-prefeito de Joinville, Marcos Tebaldi, o geólogo Mariano Smaniotto, a gerente executiva do Consórcio Iberê, Silvia Valdez; o engenheiro agrônomo e pesquisador da Epagri, Ivan Tadeu Baldissera e o gestor do sistema de água de Chapecó, Lineu Rodrigues Alonso.
O vice-prefeito José Cláudio Caramori enfatizou que a transferência da gestão da água para o município foi acertada. Agora há mais rapidez e acerto nas decisões. Os problemas foram tecnicamente diagnosticados e os investimentos estão sendo programados. Mais de 50% da água tratada era desperdiçada.
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