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NOTÍCIAS

14/10/2020

Inauguração da indústria de panificados Realta

A direção da Cooperativa Regional Auriverde tem a satisfação de apresentar ao seu quadro social, funcional e comunidade, mais um projeto inovador, audacioso e estratégico. Trata-se da Indústria de Panificados Realta. A inauguração aconteceu no dia 22 de setembro de 2020 e este dia será marcado na história da Auriverde como o início de uma nova era e será para sempre lembrado com muito orgulho.



A Indústria de Panificados Realta marca um grande salto que a Auriverde dá rumo a produção de alimentos com alto valor agregado, pães, bolos, massas, congelados ou prontos para o consumo. Esses produtos atenderão as mais rigorosas exigências do mercado consumidor, gerando renda, emprego e produtos de qualidade reais.



Mas, a Indústria de Panificados Realta não é somente uma estratégia de negócio. A exemplo das fábricas de rações, dos supermercados, valorização de nossas marcas, representa também, a realização dos sonhos da Família Auriverde. Sonhos transformados em projetos sustentáveis.



A cerimônia de inauguração contou com a presença de grupo pequeno em função das restrições impostas pela pandemia do COVID-19, no entanto, um grupo bem representativo de quem é quadro social da Auriverde. Estavam presentes além da direção, o conselho de administração, o conselho fiscal, efetivo e suplente e o comitê educativo, composto por liderança representativa do quadro social da Auriverde de toda região oeste. Estavam presentes também colaboradores da Indústria Realta. A cerimônia contou também com a presença de autoridades e dirigentes cooperativistas.



Nos pronunciamentos foram ressaltados os méritos do projeto e o reconhecimento do da importância da Indústria de Panificados Realta para o fortalecimento da Auriverde. Vanderlei Arhlet, ressaltou a geração de emprego e renda para o município de Cunha Porã. Hermes Barbieri, presidente do Sicoob Credial, falou das origens da Credial dentro da Auriverde e o quanto é importante a presença das cooperativas nas comunidades. Samuel Thiesen falou da importância do trabalho árduo desenvolvido pelas cooperativas dos ramos agropecuário e de infraestrutura, trabalho esse que é coroado de sucesso após cinco décadas.



Na sequência dos pronunciamentos, o Gestor da Realta Alimentos, Rafael Sonda, falou dos detalhes do projeto, sua origem, seus propósitos e os desafios futuros. Falou também da importância da equipe de colaboradores para o sucesso do projeto a qual encontra-se em formação está devidamente qualificada para realização dos trabalhos. O prefeito em exercício de Cunha Porã, Alencar James Post, parabenizou a Auriverde pelo grande feito e também reconheceu os benefícios não só do novo projeto, mas de toda a Auriverde para as regiões nas quais está inserida.



Antes do corte oficial da fita, o presidente Claudio Post falou com emoção do projeto e sobre tudo o que ele representa, especialmente o aspecto da agregação de valor à produção de alimentos, do quanto o mesmo ainda pode evoluir e as novas oportunidades que poderão se apresentar e especialmente a possibilidade de se ter na industrialização de massas uma nova cadeia produtiva no Sistema Aurora.



Vale ressaltar ainda que os presentes foram contemplados com um delicioso café no qual foram oferecidos os produtos que a Indústria de Panificados Realta está produzindo e aprovação pelos sabores e qualidade excelente. Brindemos o que há de melhor; brindemos a produção de alimentos de forma sustentável, brindemos a Auriverde e a Indústria de Panificados Realta.




Fonte: Assessoria de Imprensa Cooperauriverde



  • A 1ª Turma Ordinária do CARF, em caso de relatoria do Conselheiro Laércio Cruz Uliana Junior, deu parcial provimento ao recurso Voluntário de uma Cooperativa de saúde para excluir da base de cálculo das contribuições os valores referentes aos repasses a cooperados e os dispêndios com a rede própria.

    A discussão travada no CARF decorre da autuação pela Receita Federal de Cooperativa de saúde em virtude da apuração de falta de recolhimento da Contribuição para o PIS/Pasep, no período de janeiro a dezembro de 2011, e da falta de recolhimento da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social – Cofins, no mesmo período.

    Em sua defesa, a Cooperativa apresentou impugnação, sustentando, dentre outros pontos, que o auto de infração foi “constituído sob a premissa de que as cooperativas de saúde praticam atos não cooperativos quando da celebração de contratos de plano de saúde, o que iria de encontro à Lei 5.764, de 1971, em especial os seus artigos 3º, 4º, 5º, 7º e 79º, que estabelecem que as cooperativas podem adotar qualquer gênero de serviço”, requerendo, ao final, “o cancelamento do auto de infração ou, alternativamente, a exclusão da base de cálculo dos valores referentes a receitas financeiras e patrimoniais, dos valores repassados a cooperados, dos destinados à provisão técnica e das receitas de intercambio, lançadas em duplicidade, bem assim o afastamento da multa de ofício e dos juros sobre ela”.

    Na opinião do Dr. Rodrigo Forcenette, advogado especialista em Direito Cooperativo, da Brasil Salomão e Matthes Advocacia, “trata-se de um importante precedente, na medida em que reconhece que os repasses efetivados por Cooperativas de Trabalho Médico/Operadoras de Planos de Saúde aos seus cooperados, assim como os custos com rede própria, decorrentes dos atendimentos médico-hospitalares efetivados aos seus pacientes (contratantes/usuários), devem ser deduzidos da base de cálculo do PIS/COFINS, com fundamento no art. 3, §9º e 9º-A da Lei 9.718/98.”

    Clique aqui para acessar a íntegra da decisão do CARF.