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NOTÍCIAS

26/06/2020

17ª edição do Campo Agroacelerador da Cooperja já tem data definida

A 17ª edição do maior evento do Agronegócio do Sul de Santa Catarina já tem data definida. Reserve os dias 03 e 04 de fevereiro de 2021 e venha participar deste grande evento. Associados (as), clientes, amigos, visitantes, produtores, estudantes, pesquisadores, técnicos, expositores, parceiros e demais interessados no setor agrícola estarão reunidos.



O Campo Agroacelerador da Cooperja pretende apresentar as novidades do mercado e as tecnologias mais modernas para manejo das lavouras. O evento acontece no CDC da Cooperja em Jacinto Machado, em uma área totalmente destinada e exclusiva para o evento.



O parque ganhou dimensões em tamanho com a nova área adquirida, agora são 140 mil metros quadrados, para exposição e vitrines tecnológicas em arroz, soja, milho, banana, maracujá, pitaya, hortaliças, pastagens, exposição de máquinas e animais. Realização de dinâmicas de equipamentos e veículos, com ampliação de estruturas.



Os Núcleos Femininos, em parceria com a EPAGRI, grande parceira e apoiadora do evento, também trabalham na sustentabilidade, com responsabilidade sócio ambiental.



Segundo o Gerente do Campo Demonstrativo, Jian Izidro de Borba, a programação está sendo montada com todo carinho, sempre buscando inovar e mostrar o que o mercado tem de mais tecnológico e inovador. “Contamos com a presença de nossos parceiros. O convite está sendo enviado, para juntos realizarmos um grande evento em 2021. Esperamos um público de mais de 5 mil visitantes, que buscam informações técnicas, novas tecnologias, conectividade e aumento da produtividade na propriedade. Sempre pensando em levar qualidade de vida e gestão da mesma”, destaca Jian.



No Campo Agroacelerador o ensino é de qualidade e gratuito, participam as principais empresas e instituições do agronegócio do Brasil em pesquisa, genética e manejo. Também é local para realização de negócios com parceiros e com a Cooperativa. Agende esta data, dia 03 e 04 de fevereiro e, venha aprender e ensinar neste grande evento!




Fonte: Assessoria de Imprensa Cooperja



  • A 1ª Turma Ordinária do CARF, em caso de relatoria do Conselheiro Laércio Cruz Uliana Junior, deu parcial provimento ao recurso Voluntário de uma Cooperativa de saúde para excluir da base de cálculo das contribuições os valores referentes aos repasses a cooperados e os dispêndios com a rede própria.

    A discussão travada no CARF decorre da autuação pela Receita Federal de Cooperativa de saúde em virtude da apuração de falta de recolhimento da Contribuição para o PIS/Pasep, no período de janeiro a dezembro de 2011, e da falta de recolhimento da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social – Cofins, no mesmo período.

    Em sua defesa, a Cooperativa apresentou impugnação, sustentando, dentre outros pontos, que o auto de infração foi “constituído sob a premissa de que as cooperativas de saúde praticam atos não cooperativos quando da celebração de contratos de plano de saúde, o que iria de encontro à Lei 5.764, de 1971, em especial os seus artigos 3º, 4º, 5º, 7º e 79º, que estabelecem que as cooperativas podem adotar qualquer gênero de serviço”, requerendo, ao final, “o cancelamento do auto de infração ou, alternativamente, a exclusão da base de cálculo dos valores referentes a receitas financeiras e patrimoniais, dos valores repassados a cooperados, dos destinados à provisão técnica e das receitas de intercambio, lançadas em duplicidade, bem assim o afastamento da multa de ofício e dos juros sobre ela”.

    Na opinião do Dr. Rodrigo Forcenette, advogado especialista em Direito Cooperativo, da Brasil Salomão e Matthes Advocacia, “trata-se de um importante precedente, na medida em que reconhece que os repasses efetivados por Cooperativas de Trabalho Médico/Operadoras de Planos de Saúde aos seus cooperados, assim como os custos com rede própria, decorrentes dos atendimentos médico-hospitalares efetivados aos seus pacientes (contratantes/usuários), devem ser deduzidos da base de cálculo do PIS/COFINS, com fundamento no art. 3, §9º e 9º-A da Lei 9.718/98.”

    Clique aqui para acessar a íntegra da decisão do CARF.