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NOTÍCIAS

29/11/2019

Coopercarga está entre os três melhores operadores logísticos do Brasil

Para encerrar o ciclo de premiações ocorrido neste dia 26 de novembro, quando a Coopercarga recebeu Menção Honrosa do Setcesp e ficou entre Melhores e Maiores empresas de transporte, a cooperativa ergueu o troféu de terceiro colocado na premiação de Melhores Operadores Logísticos da Associação Brasileira de Operadores Logísticos (ABOL) e OTM Editora.



Essa premiação enche a Coopercarga de orgulho, pois vem do reconhecimento dos clientes, que elegeram a cooperativa entre os três melhores operadores logísticos do país. Os quesitos avaliados foram Atendimento: cordialidade e confiabilidade, Rastreabilidade, Acuracidade de estoque, Cumprimento de prazos e Modicidade de preços. O objetivo das premiações é contemplar as empresas que mais se destacaram como melhores do setor referente ao ano de 2018, segundo a opinião dos embarcadores.



O vice-presidente e diretor Comercial, Paulo Simioni, considera o prêmio uma resposta positiva dos clientes da Coopercarga, que demonstram sua satisfação com os serviços da cooperativa. “O compromisso com os nossos embarcadores sempre será uma prioridade. Prezamos muitos os 05 aspectos avaliados e estamos colhendo os frutos da nossa gestão eficiente e séria. Com essa premiação, não vamos nos acomodar. Muito pelo contrário, é um estímulo para sermos ainda mais atuantes e prestativos para alcançarmos uma colocação ainda melhor no prêmio do próximo ano”, considera Paulo. 



A premiação



O prêmio ABOL Melhores Operadores Logísticos do ano está em sua 3º edição do Prêmio. Para chegar aos resultados a avaliação ocorreu através de uma metodologia a efetiva e precisa, que é o termômetro do mercado para distinguir o melhor operador logísticos em atuação no ano, o embarcador, que responderam o questionário da ABOL, o qual gerou os resultados de classificação das empresas participantes.  




Fonte: Assessoria de Imprensa Coopercarga



  • A 1ª Turma Ordinária do CARF, em caso de relatoria do Conselheiro Laércio Cruz Uliana Junior, deu parcial provimento ao recurso Voluntário de uma Cooperativa de saúde para excluir da base de cálculo das contribuições os valores referentes aos repasses a cooperados e os dispêndios com a rede própria.

    A discussão travada no CARF decorre da autuação pela Receita Federal de Cooperativa de saúde em virtude da apuração de falta de recolhimento da Contribuição para o PIS/Pasep, no período de janeiro a dezembro de 2011, e da falta de recolhimento da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social – Cofins, no mesmo período.

    Em sua defesa, a Cooperativa apresentou impugnação, sustentando, dentre outros pontos, que o auto de infração foi “constituído sob a premissa de que as cooperativas de saúde praticam atos não cooperativos quando da celebração de contratos de plano de saúde, o que iria de encontro à Lei 5.764, de 1971, em especial os seus artigos 3º, 4º, 5º, 7º e 79º, que estabelecem que as cooperativas podem adotar qualquer gênero de serviço”, requerendo, ao final, “o cancelamento do auto de infração ou, alternativamente, a exclusão da base de cálculo dos valores referentes a receitas financeiras e patrimoniais, dos valores repassados a cooperados, dos destinados à provisão técnica e das receitas de intercambio, lançadas em duplicidade, bem assim o afastamento da multa de ofício e dos juros sobre ela”.

    Na opinião do Dr. Rodrigo Forcenette, advogado especialista em Direito Cooperativo, da Brasil Salomão e Matthes Advocacia, “trata-se de um importante precedente, na medida em que reconhece que os repasses efetivados por Cooperativas de Trabalho Médico/Operadoras de Planos de Saúde aos seus cooperados, assim como os custos com rede própria, decorrentes dos atendimentos médico-hospitalares efetivados aos seus pacientes (contratantes/usuários), devem ser deduzidos da base de cálculo do PIS/COFINS, com fundamento no art. 3, §9º e 9º-A da Lei 9.718/98.”

    Clique aqui para acessar a íntegra da decisão do CARF.