Média °C
a

MENU
  

NOTÍCIAS

08/11/2019

Uma das bandeiras do Sicoob Credisulca, Educação Financeira fará parte da grade curricular das escolas públicas

Comprometido com o desenvolvimento sustentável de sua região de atuação, antes mesmo de estar na base curricular das escolas, o Sicoob Credisulca sempre prezou pela educação financeira. Prova disso é o projeto “A Turminha do Sulca”, que há mais de 10 anos visita as escolas da região, ensinando sobre finanças para crianças e adolescentes; atendendo mais de 25 mil alunos por ano.



A partir de dezembro a educação financeira finalmente será uma realidade nas escolas brasileiras. Isso porque as instituições de ensino de todo o país terão que se adaptar as diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). A medida representa um grande progresso para o desenvolvimento da cidadania.



A idealizadora da “Turminha do Sulca”, a Consultora de Desenvolvimento Organizacional Eveline Marcon Franscico Dagostin, destaca que a Credisulca fez parte deste movimento. “Esta iniciativa foi feita pelo Banco Central, com a promoção de diversas audiências públicas pelo país. Nos orgulhamos de ter participado deste processo, votando pela aprovação da inclusão da educação financeira na grade curricular de Ensino brasileiro”. 



Uma das instituições que mais apoiam a educação financeira no Sul de Santa Catarina, o Sicoob Credisulca comemorou o feito. O presidente da cooperativa Sr. Romanim Dagostin, destacou que a educação financeira contribui com a formação de cidadãos mais conscientes.



“A forma de lidar com o dinheiro não pode ser vista como algo pessoal. Todos devem receber orientação, desde criança, do uso consciente do dinheiro, fazer planejamento, orçamento etc. A melhor forma é trabalhando a educação financeira nas escolas”, pontuou.



As futuras gerações agradecem



Com a nova disciplina, os alunos brasileiros terão acesso a conceitos básicos de finanças, como diferenciar o que é entrada e o que é saída, fluxo de caixa e muitos outros termos. Conceitos simples, mas que sem eles, boa parte da população sucumbe em dívidas e desorganização. Atualmente, essa é a realidade de pelo menos 41% da população adulta do Brasil, como aponta o Indicador de Inadimplência da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).



“Uma de nossas maiores bandeiras sempre foi a defesa do ensino da educação financeira em todas as escolas. Com esta mudança vindo, quem sabe as próximas gerações tenham uma realidade melhor do que a nossa”, completou Eveline.




Fonte: Assessoria de Imprensa Sicoob Credisulca



  • A 1ª Turma Ordinária do CARF, em caso de relatoria do Conselheiro Laércio Cruz Uliana Junior, deu parcial provimento ao recurso Voluntário de uma Cooperativa de saúde para excluir da base de cálculo das contribuições os valores referentes aos repasses a cooperados e os dispêndios com a rede própria.

    A discussão travada no CARF decorre da autuação pela Receita Federal de Cooperativa de saúde em virtude da apuração de falta de recolhimento da Contribuição para o PIS/Pasep, no período de janeiro a dezembro de 2011, e da falta de recolhimento da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social – Cofins, no mesmo período.

    Em sua defesa, a Cooperativa apresentou impugnação, sustentando, dentre outros pontos, que o auto de infração foi “constituído sob a premissa de que as cooperativas de saúde praticam atos não cooperativos quando da celebração de contratos de plano de saúde, o que iria de encontro à Lei 5.764, de 1971, em especial os seus artigos 3º, 4º, 5º, 7º e 79º, que estabelecem que as cooperativas podem adotar qualquer gênero de serviço”, requerendo, ao final, “o cancelamento do auto de infração ou, alternativamente, a exclusão da base de cálculo dos valores referentes a receitas financeiras e patrimoniais, dos valores repassados a cooperados, dos destinados à provisão técnica e das receitas de intercambio, lançadas em duplicidade, bem assim o afastamento da multa de ofício e dos juros sobre ela”.

    Na opinião do Dr. Rodrigo Forcenette, advogado especialista em Direito Cooperativo, da Brasil Salomão e Matthes Advocacia, “trata-se de um importante precedente, na medida em que reconhece que os repasses efetivados por Cooperativas de Trabalho Médico/Operadoras de Planos de Saúde aos seus cooperados, assim como os custos com rede própria, decorrentes dos atendimentos médico-hospitalares efetivados aos seus pacientes (contratantes/usuários), devem ser deduzidos da base de cálculo do PIS/COFINS, com fundamento no art. 3, §9º e 9º-A da Lei 9.718/98.”

    Clique aqui para acessar a íntegra da decisão do CARF.