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01/11/2019

Copercampos é eleita a Melhor Empresa em Gestão de Pessoas do Brasil - Categoria 1.500 a 3 mil funcionários

A Copercampos recebeu na noite de segunda-feira, 28 de outubro, no Instituto Tomie Ohtake em São Paulo/SP, premiação como a Melhor Empresa em Gestão de Pessoas do Brasil, na categoria de 1.501 a 3 mil funcionários. O ranking foi realizado após pesquisa desenvolvida pelo Jornal Valor Econômico e Mercer Consultoria.



No evento, as 35 empresas do país que investem em programas que valorizam seus profissionais e boas ideias foram conhecidas. A Copercampos, que neste ano mudou de categoria, e foi novamente reconhecida pelos seus funcionários, como uma empresa que cresce com sustentabilidade. Na premiação, o Diretor Comercial Rosnei Alberto Soder e a Gerente Administrativa Alessandra Fagundes Sartor representaram a cooperativa.



Além de salários extras por meio do Programa de Gestão de Desempenho (PGD), que leva em conta indicadores individuais e coletivos, a cooperativa conta com programas que valorizam as boas ideias dos funcionários e em projetos que buscam a sustentabilidade da empresa, como bolsa de estudos, treinamentos contínuos e planos de saúde e odontológicos, além de programas que incentivam o bem-estar das pessoas, como o programa de emagrecimento CoperFit, que conta com acompanhamento de nutricionista.



O reflexo do apoio a capacitação educacional está nos índices de escolaridade dos funcionários da Copercampos. Nos últimos dois anos, o número de profissionais com ensino fundamental incompleto caiu de 18% para 13%, enquanto a participação do grupo com pelo menos ensino médio completo subiu de 50% para 58%.



“O fundamental para uma organização como a nossa é continuar focado nas pessoas, porque é assim que continuamos crescendo ao longo destes quase 50 anos. Somos uma cooperativa que tem orgulho de valorizar às pessoas. Mais uma vez conquistamos esse prêmio e temos uma gratidão enorme por visualizar que nossos funcionários estão motivados e valorizam os programas voltados ao seu bem-estar. Esta resposta dos profissionais nos motiva a desenvolver projetos para que nossa cooperativa prospere”, ressalta o Diretor Vice-presidente Cláudio Hartmann.



Além destas ações, a Copercampos investe em tecnologia para que seus profissionais tenham maior agilidade nos processos. Ações para a gestão de comunicação foram implantadas, como um novo portal de relacionamento interno, e utilização de mídias digitais como ferramentas para promoção de informações.



12 vezes premiada



A Copercampos participa do Prêmio Valor Carreira desde 2005, quando conquistou o 5º Lugar na categoria de 500 a 1.000 funcionários. Outras conquistas: 2006 (2º), 2007 (2º), 2010 (3º), 2011 (3º), 2012 (1º), 2013 (1º), 2014 (1º), 2015 (1º), 2016 (1º), 2017 (1º) e 2019 (1º).




Fonte: Assessoria de Imprensa da Copercampos



  • A 1ª Turma Ordinária do CARF, em caso de relatoria do Conselheiro Laércio Cruz Uliana Junior, deu parcial provimento ao recurso Voluntário de uma Cooperativa de saúde para excluir da base de cálculo das contribuições os valores referentes aos repasses a cooperados e os dispêndios com a rede própria.

    A discussão travada no CARF decorre da autuação pela Receita Federal de Cooperativa de saúde em virtude da apuração de falta de recolhimento da Contribuição para o PIS/Pasep, no período de janeiro a dezembro de 2011, e da falta de recolhimento da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social – Cofins, no mesmo período.

    Em sua defesa, a Cooperativa apresentou impugnação, sustentando, dentre outros pontos, que o auto de infração foi “constituído sob a premissa de que as cooperativas de saúde praticam atos não cooperativos quando da celebração de contratos de plano de saúde, o que iria de encontro à Lei 5.764, de 1971, em especial os seus artigos 3º, 4º, 5º, 7º e 79º, que estabelecem que as cooperativas podem adotar qualquer gênero de serviço”, requerendo, ao final, “o cancelamento do auto de infração ou, alternativamente, a exclusão da base de cálculo dos valores referentes a receitas financeiras e patrimoniais, dos valores repassados a cooperados, dos destinados à provisão técnica e das receitas de intercambio, lançadas em duplicidade, bem assim o afastamento da multa de ofício e dos juros sobre ela”.

    Na opinião do Dr. Rodrigo Forcenette, advogado especialista em Direito Cooperativo, da Brasil Salomão e Matthes Advocacia, “trata-se de um importante precedente, na medida em que reconhece que os repasses efetivados por Cooperativas de Trabalho Médico/Operadoras de Planos de Saúde aos seus cooperados, assim como os custos com rede própria, decorrentes dos atendimentos médico-hospitalares efetivados aos seus pacientes (contratantes/usuários), devem ser deduzidos da base de cálculo do PIS/COFINS, com fundamento no art. 3, §9º e 9º-A da Lei 9.718/98.”

    Clique aqui para acessar a íntegra da decisão do CARF.