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31/10/2019

Nota de falecimento - Presidente da Cerpalo, Nilso Pedro Pereira

”É nas suas atitudes e crenças perante à morte que o homem exprime o que a vida tem de mais fundamental.” Edgar Morin



São muitas as experiências humanas, mas nenhuma é tão significativa nas suas implicações do que a morte.



A morte…? Uma despedida de quem amamos sem ao menos ter o poder de contestar ou evitar.
É com imenso pesar que, hoje, a família CERPALO se despede de seu presidente, pai e amigo, Nilso Pedro Pereira.



Falar de seus 68 anos de história seria escrever um livro, narrando as inúmeras batalhas travadas e as grandes realizações alcançadas. São mais de 30 anos de história no cooperativismo, Nilso foi um homem além do seu tempo! Um ser iluminado que sempre pensou à frente, comprometido com a sociedade, com o bem comum. Durante o período em que esteve à frente da CERPALO, realizou inúmeras obras: tanto para os associados, como obras filantrópicas; incontáveis doações para projetos, hospitais, casas de apoio. Demasiadamente inteligente, mas discreto, Nilso sempre procurou contemplar a todos, fazendo com que se sentissem em casa, sempre recebendo seus associados da melhor forma possível.
Um grande homem! Responsável por reafirmar incansavelmente valores humanos como a gentileza, a prudência, a honradez. Falar de quem amamos é fácil na alegria, mas, na dor que hoje sentimos, é extremamente difícil. Você deixará saudades em nossos corações. Sentiremos saudades do Nilso para “puxar nossas orelhas”, para nos dar bons conselhos, para nos instruir, para rir conosco e para nos contar histórias… Sentiremos saudades suas nos almoços, nos corredores, nas reuniões. Ficaremos com a imagem do homem que sempre deu jeito em tudo… pra tudo! Aquele seu jeito único de caminhar devagar pelo pátio da CERPALO… Nossas festas e risadas não serão mais as mesmas, pois não teremos você para nos conduzir ou para sair dançando pelo salão… Acredite, amigo: as coisas sem você não serão nem um pouco fáceis! Infelizmente a vida não nos deixou um momento para despedidas… para nos abraçarmos mais uma vez com aquele abraço de pai… na certeza de que tudo ficaria bem. Não temos dúvidas de que um dia nos reencontraremos… e você estará lá! Sorridente e com a certeza da missão cumprida, e pronto para mais uma vez nos receber de braços abertos e rir conosco. Sabemos, ainda, que em tantos planejamentos acabou faltando tempo de planejar esta partida… mas, agora, tentaremos seguir seus bons exemplos, e seremos um pouco do bom e velho Nilso que por aqui passou.
“Até logo, amigo! Conosco ficarão as lembranças dos bons momentos que juntos vivemos, para que essas lembranças possam nos confortar na dor da saudade.”




Fonte: Assessoria de Imprensa Cerpalo



  • A 1ª Turma Ordinária do CARF, em caso de relatoria do Conselheiro Laércio Cruz Uliana Junior, deu parcial provimento ao recurso Voluntário de uma Cooperativa de saúde para excluir da base de cálculo das contribuições os valores referentes aos repasses a cooperados e os dispêndios com a rede própria.

    A discussão travada no CARF decorre da autuação pela Receita Federal de Cooperativa de saúde em virtude da apuração de falta de recolhimento da Contribuição para o PIS/Pasep, no período de janeiro a dezembro de 2011, e da falta de recolhimento da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social – Cofins, no mesmo período.

    Em sua defesa, a Cooperativa apresentou impugnação, sustentando, dentre outros pontos, que o auto de infração foi “constituído sob a premissa de que as cooperativas de saúde praticam atos não cooperativos quando da celebração de contratos de plano de saúde, o que iria de encontro à Lei 5.764, de 1971, em especial os seus artigos 3º, 4º, 5º, 7º e 79º, que estabelecem que as cooperativas podem adotar qualquer gênero de serviço”, requerendo, ao final, “o cancelamento do auto de infração ou, alternativamente, a exclusão da base de cálculo dos valores referentes a receitas financeiras e patrimoniais, dos valores repassados a cooperados, dos destinados à provisão técnica e das receitas de intercambio, lançadas em duplicidade, bem assim o afastamento da multa de ofício e dos juros sobre ela”.

    Na opinião do Dr. Rodrigo Forcenette, advogado especialista em Direito Cooperativo, da Brasil Salomão e Matthes Advocacia, “trata-se de um importante precedente, na medida em que reconhece que os repasses efetivados por Cooperativas de Trabalho Médico/Operadoras de Planos de Saúde aos seus cooperados, assim como os custos com rede própria, decorrentes dos atendimentos médico-hospitalares efetivados aos seus pacientes (contratantes/usuários), devem ser deduzidos da base de cálculo do PIS/COFINS, com fundamento no art. 3, §9º e 9º-A da Lei 9.718/98.”

    Clique aqui para acessar a íntegra da decisão do CARF.