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NOTÍCIAS

12/06/2019

Copercampos traz novidade aos clientes da região de Campos Novos

Atender o atacado e o varejo com produtos de qualidade e com menor preço. O Atacarejo Copercampos, localizado no Bairro Nossa Senhora Aparecida, em Campos Novos, abre as portas no dia 28 de junho.



Com o novo modelo supermercadista, a cooperativa vai oferecer as melhores ofertas aos clientes. De acordo com o Diretor Vice-presidente da Copercampos Cláudio Hartmann, o objetivo é atender todos os clientes com preços diferenciados. “Estamos transformando o espaço em que está localizado o Supermercado Copercampos no Bairro Aparecida para instalarmos o Atacarejo Copercampos. Nosso objetivo é atender tanto o microempreendedor do setor de alimentos, que precisa abastecer o estoque com quantidade e aproveitar o preço baixo, quanto o consumidor final, que procura economizar em todas as compras, seja por unidade ou para abastecer a despensa”, ressalta o diretor.



O Atacarejo Copercampos é o destino ideal para que as compras caibam no seu orçamento, possibilitando ao consumidor, a escolha entre levar a melhor oferta em muita ou pouca quantidade. Ofertas a preço de atacado serão todos os dias.



“Um dos diferenciais do Atacarejo Copercampos estará na venda em quantidade. Com isso, há um lucro para pequenos empreendedores que pagam menos e ao consumidor final que pode adquirir produtos em grande quantidade, minimizando a ida aos estabelecimentos”, reforça.



O Gerente de Supermercados Dirceu Conte Ferreira, ressalta os diferenciais da unidade. “O Atacarejo Copercampos atenderá normalmente aqueles clientes que faziam suas compras mensais, o tradicional rancho. O grande diferencial será o preço reduzido que ele terá em adquirir produtos a partir de uma determinada quantidade, variando de duas, três ou mais unidades, por exemplo, não tendo que comprar caixas fechadas de determinado produto. Isso gera uma economia mensal considerável”, ressaltou.



No novo estabelecimento da Copercampos, porém, o açougue continuará atendendo.  “Nesta transformação da unidade, decidimos manter o açougue com atendimento habitual da equipe de profissionais. Já na padaria, teremos o sistema de auto-atendimento, onde o cliente encontrará praticamente toda a linha de produtos disponíveis. O espaço de Bebidas continuará como era no Supermercado”, explica o Gerente.




Fonte: Assessoria de Imprensa Copercampos



  • A 1ª Turma Ordinária do CARF, em caso de relatoria do Conselheiro Laércio Cruz Uliana Junior, deu parcial provimento ao recurso Voluntário de uma Cooperativa de saúde para excluir da base de cálculo das contribuições os valores referentes aos repasses a cooperados e os dispêndios com a rede própria.

    A discussão travada no CARF decorre da autuação pela Receita Federal de Cooperativa de saúde em virtude da apuração de falta de recolhimento da Contribuição para o PIS/Pasep, no período de janeiro a dezembro de 2011, e da falta de recolhimento da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social – Cofins, no mesmo período.

    Em sua defesa, a Cooperativa apresentou impugnação, sustentando, dentre outros pontos, que o auto de infração foi “constituído sob a premissa de que as cooperativas de saúde praticam atos não cooperativos quando da celebração de contratos de plano de saúde, o que iria de encontro à Lei 5.764, de 1971, em especial os seus artigos 3º, 4º, 5º, 7º e 79º, que estabelecem que as cooperativas podem adotar qualquer gênero de serviço”, requerendo, ao final, “o cancelamento do auto de infração ou, alternativamente, a exclusão da base de cálculo dos valores referentes a receitas financeiras e patrimoniais, dos valores repassados a cooperados, dos destinados à provisão técnica e das receitas de intercambio, lançadas em duplicidade, bem assim o afastamento da multa de ofício e dos juros sobre ela”.

    Na opinião do Dr. Rodrigo Forcenette, advogado especialista em Direito Cooperativo, da Brasil Salomão e Matthes Advocacia, “trata-se de um importante precedente, na medida em que reconhece que os repasses efetivados por Cooperativas de Trabalho Médico/Operadoras de Planos de Saúde aos seus cooperados, assim como os custos com rede própria, decorrentes dos atendimentos médico-hospitalares efetivados aos seus pacientes (contratantes/usuários), devem ser deduzidos da base de cálculo do PIS/COFINS, com fundamento no art. 3, §9º e 9º-A da Lei 9.718/98.”

    Clique aqui para acessar a íntegra da decisão do CARF.