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12/06/2019

Artigo - Cooperativismo com DNA da inovação

Nesses novos tempos é a experiência que vivemos com marcas e produtos que tem a capacidade de diferenciar ou destacar a qualidade dos melhores. Isso significa dizer que questões como preço, rapidez e eficiência não são as únicas características que pesam na escolha dos serviços contratados, pois cada vez mais os aspectos daquele consumo passam a ser cuidadosamente ponderados. Essa mesma lógica é válida para todos os setores da vida moderna, entre eles, sem dúvida, o financeiro.



A antiga relação que havia entre o cliente e o banco já não é bem vinda. Demora no atendimento, longas filas e problemas não resolvidos na primeira visita à agência são uma rotina conhecida de quase todos os que fazem uso deste tipo de serviço em instituições tradicionais. Todavia, o aumento da exigência da população e a ampliação do poder de escolha têm gerado o fortalecimento de alternativas, como o cooperativismo financeiro.



Diferentemente do que ocorrem com os bancos, as cooperativas financeiras trabalham alinhadas ao crescimento do cooperado e das comunidades onde atuam. Sendo assim, o cooperado não é apenas um número dentro do sistema, mas sim a peça fundamental e o centro de todas as atenções. Esse olhar diferenciado fez com que nos últimos anos, mesmo com a instabilidade política e econômica nacional, ocooperativismo continuasse crescendo e aprimorando suas práticas. 



Um excelente exemplo deste novo momento são as agências conceito, espaços pensados para trazer soluções eficazes e, principalmente, consultoria especializada, contribuindo para que o cooperado planeje um futuro financeiramente sólido. A Unicred Desbravadora Sul, parte da Unicred SC/PR, retoma neste ano a atuação do sudoeste paranaense implementando em Francisco Beltrão uma das agências mais modernas de todo o país. O projeto, inspirado em tendências mundiais carrega o DNA premium dacooperativa para oferecer uma experiência completa. O ambiente mais receptivo inspira outras formas de uso, com espaços para palestras, workshops e exposições culturais. A planta baixa, dinâmica e fluída, alia arquitetura de ponta e tecnologias inovadoras com o objetivo de proporcionar a satisfação total do cooperado. No contexto atual de consumo e exigência da população é preciso estar atento e caminhar sempre com os olhos no futuro. Esse é o compromisso assumido pela Unicred SC/PR.



Dr. Marcos Jose Karpinski, presidente da Unicred Desbravadora Sul




Fonte: Assessoria de Imprensa Unicred



  • A 1ª Turma Ordinária do CARF, em caso de relatoria do Conselheiro Laércio Cruz Uliana Junior, deu parcial provimento ao recurso Voluntário de uma Cooperativa de saúde para excluir da base de cálculo das contribuições os valores referentes aos repasses a cooperados e os dispêndios com a rede própria.

    A discussão travada no CARF decorre da autuação pela Receita Federal de Cooperativa de saúde em virtude da apuração de falta de recolhimento da Contribuição para o PIS/Pasep, no período de janeiro a dezembro de 2011, e da falta de recolhimento da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social – Cofins, no mesmo período.

    Em sua defesa, a Cooperativa apresentou impugnação, sustentando, dentre outros pontos, que o auto de infração foi “constituído sob a premissa de que as cooperativas de saúde praticam atos não cooperativos quando da celebração de contratos de plano de saúde, o que iria de encontro à Lei 5.764, de 1971, em especial os seus artigos 3º, 4º, 5º, 7º e 79º, que estabelecem que as cooperativas podem adotar qualquer gênero de serviço”, requerendo, ao final, “o cancelamento do auto de infração ou, alternativamente, a exclusão da base de cálculo dos valores referentes a receitas financeiras e patrimoniais, dos valores repassados a cooperados, dos destinados à provisão técnica e das receitas de intercambio, lançadas em duplicidade, bem assim o afastamento da multa de ofício e dos juros sobre ela”.

    Na opinião do Dr. Rodrigo Forcenette, advogado especialista em Direito Cooperativo, da Brasil Salomão e Matthes Advocacia, “trata-se de um importante precedente, na medida em que reconhece que os repasses efetivados por Cooperativas de Trabalho Médico/Operadoras de Planos de Saúde aos seus cooperados, assim como os custos com rede própria, decorrentes dos atendimentos médico-hospitalares efetivados aos seus pacientes (contratantes/usuários), devem ser deduzidos da base de cálculo do PIS/COFINS, com fundamento no art. 3, §9º e 9º-A da Lei 9.718/98.”

    Clique aqui para acessar a íntegra da decisão do CARF.