Média °C
a

MENU
  

NOTÍCIAS

26/12/2018

Cooperativismo: vantagens deste modelo se consolidam no Brasil

O mercado começa a entender cada vez mais o comportamento do consumidor brasileiro. Se antes essas pessoas buscavam apenas por produtos, agora é a expectativa pela experiência que desperta o desejo. Fruto da maturidade desta clientela, é necessário que o mercado se adapte para atender a expectativa. A procura por vivenciar algo novo, por momentos que tragam satisfação é a tônica do período que vivemos.



O cooperativismo financeiro não ficou indiferente a esse novo comportamento. O modelo se consolida no Brasil como uma opção extremamente atraente pelas taxas diferenciadas, produtos adaptados à realidade dos cooperados e a participação ativa de todos nas decisões da cooperativa.



A Unicred SC/PR, que atende mais de 70 mil pessoas em Santa Catarina e Paraná, percebeu esse movimento e, com base em um detalhado planejamento para oferecer benefícios exclusivos aos cooperados, lançou o Clube de Vantagens. Ações como essas fortalecem o relacionamento, valorizando e prestando um excelente atendimento, com atenção especial às inovações. Ao todo já foram estabelecidas parcerias com aproximadamente 50 empresas de diferentes segmentos.



A grande preocupação da cooperativa foi o compromisso em oferecer vantagens realmente únicas, ou seja, diferentes das que esses parceiros já possuíam. Essa atitude faz parte do conceito premium adotado pela Unicred SC/PR e que se estende desde as novas agências, passando pelas plataformas de atendimento até o amplo leque de serviços. Os benefícios abragem diversos produtos e experiências, desde hospedagens em estabelecimentos seletos até facilidades para a aquisição de veículos de montadoras renomadas.



Priorizar as pessoas, compreendendo as necessidades e oportunizando soluções e vantagens é um compromisso que precisa ser firmado, afinal, o cooperativismo é, na essência, feito para o cooperado. Reconhecer o valor que cada um tem para a cooperativa é sinônimo de lealdade e comprometimento. Que esta relação cresça de forma leal acentuando o valor do cooperado para Unicred. O Cooperativismo de crédito é sempre inovador quando coloca o interesse da coletividade em primeiro lugar, isso é o verdadeiro espírito do associativismo que faz prosperar.



Vladimir Andrade Duarte, Diretor Superintendente da Unicred SC/PR.




Fonte: Assessoria de Comunicação - Unicred SC/PR




Galeria de imagens



  • A 1ª Turma Ordinária do CARF, em caso de relatoria do Conselheiro Laércio Cruz Uliana Junior, deu parcial provimento ao recurso Voluntário de uma Cooperativa de saúde para excluir da base de cálculo das contribuições os valores referentes aos repasses a cooperados e os dispêndios com a rede própria.

    A discussão travada no CARF decorre da autuação pela Receita Federal de Cooperativa de saúde em virtude da apuração de falta de recolhimento da Contribuição para o PIS/Pasep, no período de janeiro a dezembro de 2011, e da falta de recolhimento da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social – Cofins, no mesmo período.

    Em sua defesa, a Cooperativa apresentou impugnação, sustentando, dentre outros pontos, que o auto de infração foi “constituído sob a premissa de que as cooperativas de saúde praticam atos não cooperativos quando da celebração de contratos de plano de saúde, o que iria de encontro à Lei 5.764, de 1971, em especial os seus artigos 3º, 4º, 5º, 7º e 79º, que estabelecem que as cooperativas podem adotar qualquer gênero de serviço”, requerendo, ao final, “o cancelamento do auto de infração ou, alternativamente, a exclusão da base de cálculo dos valores referentes a receitas financeiras e patrimoniais, dos valores repassados a cooperados, dos destinados à provisão técnica e das receitas de intercambio, lançadas em duplicidade, bem assim o afastamento da multa de ofício e dos juros sobre ela”.

    Na opinião do Dr. Rodrigo Forcenette, advogado especialista em Direito Cooperativo, da Brasil Salomão e Matthes Advocacia, “trata-se de um importante precedente, na medida em que reconhece que os repasses efetivados por Cooperativas de Trabalho Médico/Operadoras de Planos de Saúde aos seus cooperados, assim como os custos com rede própria, decorrentes dos atendimentos médico-hospitalares efetivados aos seus pacientes (contratantes/usuários), devem ser deduzidos da base de cálculo do PIS/COFINS, com fundamento no art. 3, §9º e 9º-A da Lei 9.718/98.”

    Clique aqui para acessar a íntegra da decisão do CARF.