Média °C
a

MENU
  

NOTÍCIAS

14/12/2018

Cooperja é campeã em Gestão Financeira no prêmio “As Melhores da Dinheiro Rural 2018”

Segunda Revista Dinheiro Rural, a Cooperativa Agroindustrial Cooperja é a campeã em Gestão Financeira na categoria Grande Cooperativa, pelo prêmio “As Melhores da Dinheiro Rural 2018”. O presidente da Cooperja, Vanir Zanatta, e o gerente geral Carlos Roberto Wilk receberam a premiação na cerimônia realizada na noite de terça-feira (11), no restaurante A Figueira Rubaiyat, na capital paulista.



“No ano passado, a Cooperja faturou R$ 436,4 milhões. Com quase 50 anos de história, a Cooperativa, com sede no município de Jacinto Machado, localizado no extremo de Santa Catarina, está em uma região montanhosa e de pequenos produtores. A atuação é diversificada. São 1,8 mil cooperados que cultivam uma área de cerca de 100 mil hectares de arroz, milho, soja, fumo, maracujá e banana”, destaca a Revista.



Além dos campeões em suas categorias, a homenagem também se estende ao ranking das 300 Maiores Empresas do agronegócio, baseado unicamente nos seus resultados financeiros auditados. Neste quesito, a Cooperja ficou em 124º lugar. ““Este prêmio é fruto de um trabalho de muitas mãos. Com compromisso, ética, simplicidade e coração. Parabéns a toda família Cooperja”, declara Zanatta.



O prêmio As Melhores da Dinheiro Rural é realizado desde 2013 pela Editora Três. São destacadas as empresas ligadas, direta ou indiretamente, ao campo que aplicam em seus negócios as melhores práticas em gestão financeira e corporativa. A seleção é feita através da participação dessas empresas através do preenchimento de um questionário.




Fonte: Assessoria de Imprensa Cooperja



  • A 1ª Turma Ordinária do CARF, em caso de relatoria do Conselheiro Laércio Cruz Uliana Junior, deu parcial provimento ao recurso Voluntário de uma Cooperativa de saúde para excluir da base de cálculo das contribuições os valores referentes aos repasses a cooperados e os dispêndios com a rede própria.

    A discussão travada no CARF decorre da autuação pela Receita Federal de Cooperativa de saúde em virtude da apuração de falta de recolhimento da Contribuição para o PIS/Pasep, no período de janeiro a dezembro de 2011, e da falta de recolhimento da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social – Cofins, no mesmo período.

    Em sua defesa, a Cooperativa apresentou impugnação, sustentando, dentre outros pontos, que o auto de infração foi “constituído sob a premissa de que as cooperativas de saúde praticam atos não cooperativos quando da celebração de contratos de plano de saúde, o que iria de encontro à Lei 5.764, de 1971, em especial os seus artigos 3º, 4º, 5º, 7º e 79º, que estabelecem que as cooperativas podem adotar qualquer gênero de serviço”, requerendo, ao final, “o cancelamento do auto de infração ou, alternativamente, a exclusão da base de cálculo dos valores referentes a receitas financeiras e patrimoniais, dos valores repassados a cooperados, dos destinados à provisão técnica e das receitas de intercambio, lançadas em duplicidade, bem assim o afastamento da multa de ofício e dos juros sobre ela”.

    Na opinião do Dr. Rodrigo Forcenette, advogado especialista em Direito Cooperativo, da Brasil Salomão e Matthes Advocacia, “trata-se de um importante precedente, na medida em que reconhece que os repasses efetivados por Cooperativas de Trabalho Médico/Operadoras de Planos de Saúde aos seus cooperados, assim como os custos com rede própria, decorrentes dos atendimentos médico-hospitalares efetivados aos seus pacientes (contratantes/usuários), devem ser deduzidos da base de cálculo do PIS/COFINS, com fundamento no art. 3, §9º e 9º-A da Lei 9.718/98.”

    Clique aqui para acessar a íntegra da decisão do CARF.