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14/12/2018

Copercampos é a 6ª Melhor empresa do Brasil em produção agropecuária

A Copercampos, conhecida internacionalmente como a cooperativa que mais produz sementes de soja no Brasil, com um volume superior a 1,5 milhões de sacos, além de ser referência em qualidade superior, é uma das mais importantes empresas do país.



A cooperativa fundada em 1970 por 100 agropecuaristas da região de Campos Novos/SC é a 6ª melhor empresa do setor de Produção Agropecuária do Brasil, segundo o anuário do Agronegócio da Revista Globo Rural, publicado em outubro de 2018 e que destaca as 500 maiores empresas do Agronegócio Brasileiro.



Com posição consolidada como a segunda maior cooperativa de Santa Catarina, a Copercampos é ainda a 34ª maior empresa do Sul do país, e a 107ª maior considerando a receita liquida do ano de 2017. Com faturamento de mais de R$ 1,4 bilhão no ano de 2017, a cooperativa é referência de gestão voltada aos seus associados e funcionários.



De acordo com o Diretor Presidente da Copercampos, Luiz Carlos Chiocca, o resultado apresentado no anuário consolida a cooperativa como uma das mais importantes empresas do país. “Temos desenvolvido projetos de inovação, de gestão e realizado investimentos para crescer com sustentabilidade. Somos a segunda maior cooperativa do estado de Santa Catarina e a sexta melhor empresa do setor agropecuário por gerir as receitas em oportunidades ao associado. Não desejamos ser a maior, mas promovemos ações voltadas a geração de renda aos associados e às comunidades e atingindo esses objetivos, elevamos o nome da Copercampos ao cenário nacional”, ressalta.



O Presidente enaltece que neste trabalho de estar mais próxima do associado, a Copercampos está investindo de 2017 a início de 2019, mais de R$ 80 milhões em obras, como construção de armazéns de cereais, Unidade de Beneficiamento de Sementes, novas Lojas Agropecuárias, melhorias na Indústria de Rações, nova Granja de Suínos já inaugurada em Santa Cecília/SC, e também em uma usina solar com capacidade de gerar 1 Megawatt. “Investimos para atender o associado, para dar condições dele prosperar no campo. Temos soluções para as atividades agropecuárias e estando próximo do produtor rural, teremos maior produtividade e consequentemente, maiores rendas, possibilitando o crescimento coletivo”, lembrou ainda Chiocca.




Fonte: Assessoria de Imprensa Copercampos



  • A 1ª Turma Ordinária do CARF, em caso de relatoria do Conselheiro Laércio Cruz Uliana Junior, deu parcial provimento ao recurso Voluntário de uma Cooperativa de saúde para excluir da base de cálculo das contribuições os valores referentes aos repasses a cooperados e os dispêndios com a rede própria.

    A discussão travada no CARF decorre da autuação pela Receita Federal de Cooperativa de saúde em virtude da apuração de falta de recolhimento da Contribuição para o PIS/Pasep, no período de janeiro a dezembro de 2011, e da falta de recolhimento da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social – Cofins, no mesmo período.

    Em sua defesa, a Cooperativa apresentou impugnação, sustentando, dentre outros pontos, que o auto de infração foi “constituído sob a premissa de que as cooperativas de saúde praticam atos não cooperativos quando da celebração de contratos de plano de saúde, o que iria de encontro à Lei 5.764, de 1971, em especial os seus artigos 3º, 4º, 5º, 7º e 79º, que estabelecem que as cooperativas podem adotar qualquer gênero de serviço”, requerendo, ao final, “o cancelamento do auto de infração ou, alternativamente, a exclusão da base de cálculo dos valores referentes a receitas financeiras e patrimoniais, dos valores repassados a cooperados, dos destinados à provisão técnica e das receitas de intercambio, lançadas em duplicidade, bem assim o afastamento da multa de ofício e dos juros sobre ela”.

    Na opinião do Dr. Rodrigo Forcenette, advogado especialista em Direito Cooperativo, da Brasil Salomão e Matthes Advocacia, “trata-se de um importante precedente, na medida em que reconhece que os repasses efetivados por Cooperativas de Trabalho Médico/Operadoras de Planos de Saúde aos seus cooperados, assim como os custos com rede própria, decorrentes dos atendimentos médico-hospitalares efetivados aos seus pacientes (contratantes/usuários), devem ser deduzidos da base de cálculo do PIS/COFINS, com fundamento no art. 3, §9º e 9º-A da Lei 9.718/98.”

    Clique aqui para acessar a íntegra da decisão do CARF.