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05/10/2018

Mais de 60 cooperativas estão entre as maiores e melhores

No cooperativismo, mais de 14 milhões de pessoas acreditam no poder da cooperação. Trabalhando juntos e unindo forças, as cooperativas têm muito mais conquistas para dividir. Um bom exemplo disso é grande presença das cooperativas na lista das 1000 maiores e melhores empresas do país, segundo o ranking da Revista Exame.



A relação mostra que o desenvolvimento profissional, a preocupação com o cooperado e com a sociedade e, também, o investimento em inovação e tecnologia são ingredientes indispensáveis na receita de sucesso.



“Quando vemos que a lista das 1000 maiores e melhores empresas do país conta com 66 cooperativas, sendo que quatro delas aparecem entre os 100 primeiros colocados, temos a certeza de que resultados como esse só são possíveis quando há o comprometimento dos cooperados. Eles são a razão de ser de uma cooperativa e os grandes responsáveis pelo sucesso que o trabalho duro, responsável e ético pode gerar. Parabéns a todas as cooperativas listadas nesse ranking”, comenta Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB.



Além da lista das 1000 maiores e melhores, na qual constam os nomes de representantes de cinco ramos do cooperativismo (Saúde, Transporte, Agropecuário, Crédito e Consumo), a revista Exame elenca as melhores ou maiores em indicadores como vendas e exportação e, ainda, em segmentos como bancos e empresas de saúde, com base em índices de crescimento, rentabilidade, participação de mercado e produtividade por empregado.



Confira as cooperativas que fazem parte da lista



Lista completa: clique aqui.




Fonte: Assessoria de Imprensa Sistema OCB



  • A 1ª Turma Ordinária do CARF, em caso de relatoria do Conselheiro Laércio Cruz Uliana Junior, deu parcial provimento ao recurso Voluntário de uma Cooperativa de saúde para excluir da base de cálculo das contribuições os valores referentes aos repasses a cooperados e os dispêndios com a rede própria.

    A discussão travada no CARF decorre da autuação pela Receita Federal de Cooperativa de saúde em virtude da apuração de falta de recolhimento da Contribuição para o PIS/Pasep, no período de janeiro a dezembro de 2011, e da falta de recolhimento da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social – Cofins, no mesmo período.

    Em sua defesa, a Cooperativa apresentou impugnação, sustentando, dentre outros pontos, que o auto de infração foi “constituído sob a premissa de que as cooperativas de saúde praticam atos não cooperativos quando da celebração de contratos de plano de saúde, o que iria de encontro à Lei 5.764, de 1971, em especial os seus artigos 3º, 4º, 5º, 7º e 79º, que estabelecem que as cooperativas podem adotar qualquer gênero de serviço”, requerendo, ao final, “o cancelamento do auto de infração ou, alternativamente, a exclusão da base de cálculo dos valores referentes a receitas financeiras e patrimoniais, dos valores repassados a cooperados, dos destinados à provisão técnica e das receitas de intercambio, lançadas em duplicidade, bem assim o afastamento da multa de ofício e dos juros sobre ela”.

    Na opinião do Dr. Rodrigo Forcenette, advogado especialista em Direito Cooperativo, da Brasil Salomão e Matthes Advocacia, “trata-se de um importante precedente, na medida em que reconhece que os repasses efetivados por Cooperativas de Trabalho Médico/Operadoras de Planos de Saúde aos seus cooperados, assim como os custos com rede própria, decorrentes dos atendimentos médico-hospitalares efetivados aos seus pacientes (contratantes/usuários), devem ser deduzidos da base de cálculo do PIS/COFINS, com fundamento no art. 3, §9º e 9º-A da Lei 9.718/98.”

    Clique aqui para acessar a íntegra da decisão do CARF.