Sugestão de Atividades

Cooperação sem fronteiras: como organizar intercâmbios

FOTO - Em 17/05/2018, a Sicoob Credija (cooperativa que implementa o Cooperjovem) em parceria com a Epagri, realizou um intercâmbio com alunos da EMEB Figueira (escola parceira do Cooperjovem), da EEB Jacinto Machado, da EEB Francisco Molgero e da APAE, em Jacinto Machado. O intercâmbio das unidades de ensino faz parte das atividades desenvolvidas nas escolas sobre o projeto Geoparque. Mais informações em https://www.revistaw3.com.br/ cidades/2018/05/18/escolas-realizam-intercambio-em-jacinto-machado.html

Em 15/06/2018, o blog Cooperjovem publicou sete posts sobre o tema Ampliação do repertório cultural: o lugar do intercâmbio escolar, a fim de contribuir com as escolas acerca de temas com potencial para aperfeiçoar o trabalho coletivo (já apontado como fator de melhoria em 2017), critério essencial para gerar transformações pautadas na cooperação, com o intuito de ampliar o repertório cultural, a socialização de experiências e o compartilhamento de saberes.

Em março de 2019, a avaliação do Programa Cooperjovem, realizada anualmente por todas as escolas parceiras a partir do 2º ano de participação, apontou novamente o trabalho coletivo como foco de atenção (avaliação quantitativa) e mais de 30% dos grupos cooperativos (avaliação qualitativa) citaram o intercâmbio estudantil, escolar e de professores como sugestão de continuidade ou ideias para aprimorar os projetos educacionais cooperativos. Em ambos os casos, o intercâmbio abre inúmeras oportunidades e é considerado como atividade continuada que pode contar com a participação de estudantes de todo o ensino fundamental e professores de todas as disciplinas, tudo depende do planejamento, seus objetivos e temas em destaque.

É claro que para planejar bem um intercâmbio, independentemente de sua natureza, é indispensável conhecer outras experiências, buscar informações práticas, estudar os temas que farão parte do encontro (consultar os alunos é indispensável), contatos facilitadores, entre outros.

 Para colaborar com a organização de intercâmbios oferecemos endereços para serem consultados (todos disponíveis no blog Cooperjovem) e sugerimos outras pesquisas em sites de busca.

Lembramos que, no âmbito do Programa Cooperjovem, qualquer que seja a escolha das escolas, o pano de fundo são os (1) valores cooperativos e uma forma importante de desenvolvê-los é a (2) construção coletiva – dois critérios avaliados, principalmente pelos professores, como alcançados EM PARTE ou PRECISA MELHORAR na quase totalidade das escolas (fonte: fichas de avaliação e relatórios dos grupos cooperativos).

Por fim, sugerimos que as escolas que aderirem à proposta utilizem o nome Cooperação sem fronteiras, de modo que possamos reunir boas práticas de intercâmbio e socializar com outros estados que implementam o Cooperjovem.

Para isso, solicitamos que os/as coordenadores/as das cooperativas favoreçam a consulta ao blog e incentivem a organização de intercâmbios bem planejados, tendo como ponto de chegada a melhoria do trabalho coletivo e o aprofundamento do debate sobre os valores cooperativos, apontados como desafio para 2019. Bom trabalho!

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