É possível transformar a escola

novembro 15th, 2017 Postado por  Cooperjovem SC

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Mais um ano de ação do Programa Cooperjovem. Mais um ano de mudanças e investimento em práticas educacionais cooperativas. São tempos de reflexão sobre a escola que temos e a escola que queremos. Perguntas e mais perguntas habitam o pensamento dos professores e gestores. O que esperamos afinal das mudanças em  sala de aula e, consequentemente, na educação?

Cidadãos socialmente participativos, críticos, integrados ao seu meio, mais solidários e colaborativos são algumas das expectativas, considerando que essas competências e habilidades impactam a vida da comunidade.

Sabemos que há muita coisa acontecendo, muita gente buscando transformar a educação pública e modificar a relação dos alunos com o saber, traçando caminhos inovadores e realizando ações coletivas para chegar a soluções adequadas aos diferentes contextos. Pois bem, nesta quinzena trazemos uma série de propostas e sugestões que podem colaborar para as mudanças desejadas por cada um e por todos.

Pretendemos ainda incentivar, provocar e disseminar a adoção e o compartilhamento de práticas inovadoras em escolas onde exista o desejo de transformação.

A sala de aula não precisa estar organizada ao redor do professor, mas ser repensada de forma a facilitar a aprendizagem é o texto publicado na categoria gestores, embora seja superinteressante para os professores. Ele aborda as novas práticas que exigem novos espaços, questiona o modelo tradicional de carteiras enfileiradas, apontando para o quadro, pois não responde às necessidades de uma sala de aula do século XXI. Alerta também que o espaço está aí para facilitar uma metodologia, assim sendo, antes de sequer mudar uma carteira de lugar, é necessária uma reflexão sobre que tipo de práticas você vai desenvolver com seus estudantes.

Para os professores, selecionamos o texto O estudante deve ter espaço e apoio para dedicar-se aos seus interesses e objetivos de vida. Trabalhar com “projetos de vida” dentro da escola é um complemento importante à personalização do ensino. Uma vez que você já sabe quem são os seus jovens, agora é preciso descobrir aonde eles querem chegar, para ajudá-los e orientá-los nesse caminho. Mas, atenção! Não se trata apenas de perguntar: o que você quer ser quando crescer? Todo ser humano pensa sobre sua vida, suas escolhas e seus planos.

A sugestão de leitura é Não é fácil sair derrubando muros e paredes de uma escola. O autor sugere que os educadores repensem a configuração da sua sala de aula e agrupem seus estudantes com as carteiras não mais voltadas para o quadro, mas para eles mesmos.

Apostando na participação é uma sugestão de atividade que privilegia duas ações: uma voltada à participação dos alunos (dar voz a eles) e outra de incentivo ao diálogo com as famílias.

A sugestão de vídeo da quinzena é Assembleia no Projeto Âncora é. Nele, a participação dos estudantes nas decisões da escola é valorizada e estimulada pelos professores. Vale a pena ouvir os depoimentos.

Por fim, publicamos a dica 5 motivos para transformar os modelos educacionais públicos ao redor do mundo, pois pensamos que a reunião de textos, atividade e vídeo é uma poderosa estratégia de reflexão sobre as transformações que as escolas do Cooperjovem estão projetando para o próximo ano.

Boa leitura e até dezembro

Equipe Cooperjovem SC

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A sala de aula não precisa estar organizada ao redor do professor, mas ser repensada de forma a facilitar a aprendizagem

novembro 15th, 2017 Postado por  Cooperjovem SC

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Para começar a falar sobre o tema, vamos trazer a conceituação de Maria da Graça Souza Horne, doutora em educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e autora de livros renomados, como “O espaço como educador: sabores, cores e aromas”. Ela diz que o termo “espaço” se refere aos locais onde acontecem as atividades escolares, com características próprias definidas pelos móveis, recursos didáticos, decoração. Já o termo “ambiente” é mais amplo: remete ao conjunto desse espaço físico e a relações que ali acontecem, envolvendo os afetos e as ligações interpessoais do processo, os adultos e as crianças; ou seja, espaço é mais objetivo; o ambiente, mais subjetivo.

As novas práticas exigem novos espaços. O modelo tradicional de carteiras enfileiradas, apontando para o quadro, não responde às necessidades de uma nova metodologia de educação. A sala de aula deve servir ao propósito da escola do século XXI, de estudantes interessados e que se sintam à vontade nesse ambiente de aprendizagem, um local de bem-estar e inspiração, onde a aprendizagem reflita os princípios que norteiam e apoiam esse processo. O espaço está aí para facilitar uma metodologia, assim sendo, antes de sequer mudar uma carteira de lugar, é necessária uma reflexão sobre que tipo de práticas você vai desenvolver com seus estudantes.

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►Perceber e aceitar que se pode reinventar a escola, legalmente. Conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica (2013, p. 27): “Essa ampliação e diversificação dos tempos e espaços curriculares pressupõe profissionais da educação dispostos a reinventar e construir essa escola, numa responsabilidade compartilhada com as demais autoridades encarregadas da gestão dos órgãos do poder público, na busca de parcerias possíveis e necessárias, até porque educar é responsabilidade da família, do Estado e da sociedade.”

►Transformar espaços escolares em ambientes que “conversem” com a proposta pedagógica. Pensemos num modelo em que cada estudante segue um itinerário formativo, cada um no seu ritmo, livre para pedir a ajuda do professor e dos colegas, seja em que matéria for. Precisamos de um espaço mais versátil, para que o aluno possa transitar livremente, acessando com facilidade aqueles que podem contribuir com seu processo de aprendizagem.

► Ampliar os espaços de aprendizagem para além da sala de aula e dos muros da escola.

http://fundacaotelefonica.org.br/wp-content/uploads/pdfs/INOVA-ESCOLA.pdf

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O estudante deve ter espaço e apoio para dedicar-se aos seus interesses e objetivos de vida

novembro 15th, 2017 Postado por  Cooperjovem SC

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O estudante deve ter espaço e apoio para dedicar-se aos seus interesses e objetivos de vida

Trabalhar com “projetos de vida” dentro da escola é um complemento importante à personalização do ensino. Uma vez que você já sabe quem são os seus jovens, agora é preciso descobrir aonde eles querem chegar, para ajudá-los e orientá-los nesse caminho. Mas, atenção! Não se trata apenas de perguntar: o que você quer ser quando crescer? Todo ser humano pensa sobre sua vida, suas escolhas e seus planos. O estudante, que tem um futuro inteiro pela frente, depois de sair da escola, está com a cabeça fervilhando de ideias e sonhos o tempo todo. Por exemplo: você se lembra de tudo que se passava na sua cabeça, quando tinha a idade deles?

Agora, imagine essa avalanche de informações, dia pós dia, vindas da família, dos amigos, da escola, da comunidade, junto à gama de conteúdos da internet.

Há uma enorme carga de expectativas e ansiedades sendo depositada no jovem que, provavelmente, não terá como lidar sozinho com tantas cobranças. A transição entre a adolescência e a entrada na fase adulta pode trazer certa insegurança e confusão em relação aos próximos passos e as rotas a serem escolhidos. Muitas dúvidas dos jovens, nesse período, podem ser minimizadas a partir de planos pensados e colocados no papel. Como já sabemos, os estudantes têm biografias muito distintas e, além de todas as informações que eles consomem diariamente, os rumos que suas vidas vão tomar são cada vez mais variados. Para muitas pessoas, pensar no futuro, fazer planos é algo natural. Organizar-se para sua realização, entretanto, normalmente é um grande desafio.

Enquanto, no passado, a escola buscava uniformidade de resultados para gerar operários capazes de participar da economia industrial, hoje em dia dependemos muito mais da pluralidade para melhorar um novo mercado e a qualidade de vida. No mundo atual, com o amplo crescimento do conhecimento humano, não é mais possível passar por todos os conteúdos importantes à vida escolar de um estudante.

Quando personalizamos o ensino, a escola cria uma cultura de dar a oportunidade para que os estudantes possam se dedicar ao desenvolvimento dos próprios interesses, com o apoio e a orientação do professor, em busca do autoconhecimento e de metas pessoais. Construir caminhos é construir o aqui e agora, ajudando os jovens a entender sua relação com tudo que os cerca, buscando soluções para as questões que os incomodam, neste momento, e incentivando-os a refletir sobre as consequências de suas opções.

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http://fundacaotelefonica.org.br/wp-content/uploads/pdfs/INOVA-ESCOLA.pdf

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Não é fácil sair derrubando muros e paredes de uma escola.

novembro 15th, 2017 Postado por  Cooperjovem SC

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Devemos nos abrir para questionar o espaço como um todo, pois, às vezes, só precisamos de um estalo para entender coisas muito simples, que nos provam que a escola não deve ser encarada como um prédio separado do seu contexto. Quando colocamos muros e configuramos a escola como aquela caixa isolada do conhecimento, não consideramos que muitos momentos de aprendizagem importantes para os estudantes também acontecem no seu entorno.

O jovem está aprendendo com a aula de piano na igreja, com o vizinho que ensina a construir uma cadeira, com o grupo do bairro que se reúne para realizar ações ecológicas pela região, com o blog que o estudante criou para compartilhar suas angústias, os vídeos que faz, mostrando situações engraçadas, e inúmeras atividades nas quais a aprendizagem está presente.

A escola precisa ser encarada como uma parte vital do ecossistema de uma determinada região, o coração pulsante de toda a comunidade. A interação entre todos os atores daquele entorno é fundamental para que o aluno compreenda sua importância para a sociedade.

A aprendizagem acontece em qualquer lugar e não somente no espaço contornado por quatro paredes.

Ideia!

 Não é fácil sair derrubando muros e paredes de uma escola, então, comece derrubando suas paredes internas. Repense a configuração da sua sala de aula e agrupe seus estudantes com as carteiras não mais voltadas para o quadro, mas para eles mesmos. Teste várias configurações, até encontrar aquela que propicie a melhor interação entre todos.

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Apostando na participação

novembro 15th, 2017 Postado por  Cooperjovem SC

1 – Dar voz aos alunos nas tomadas de decisão da escola

Um passo enorme é dar essa voz aos estudantes, fazendo com que se apropriem de seus papéis como protagonistas do processo de ensino. Esses jovens, mais do que nunca, sabem o que querem e podem ajudar muito nas decisões quanto ao seu processo de aprendizagem. Sendo assim, muitas escolas já contam com essa participação na tomada de decisões.

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2 – Trazer a comunidade para dentro da escola

Um passo ainda mais ambicioso é tentar trazer a comunidade para dentro da escola, inserir os pais e responsáveis no cotidiano desses jovens, de modo que tenham consciência e mais participação em tudo que envolve o processo educacional. Em alguns casos, não é fácil chegar até a comunidade, uma vez que há estudantes com estruturas familiares muito diversificadas. Mas, uma vez engajados, a escola ganha mais força, proteção e envolvimento com seu entorno. Um esforço que vale a pena!

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http://fundacaotelefonica.org.br/wp-content/uploads/pdfs/INOVA-ESCOLA.pdf

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Assembleia no Projeto Âncora

novembro 15th, 2017 Postado por  Cooperjovem SC

Assembleia no Projeto Âncora, participação dos estudantes nas decisões da escola. Tudo de bom!

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Dica

novembro 15th, 2017 Postado por  Cooperjovem SC

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http://fundacaotelefonica.org.br/wp-content/uploads/pdfs/INOVA-ESCOLA.pdf

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A participação e as TDICs

novembro 1st, 2017 Postado por  Cooperjovem SC

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Com o avanço da tecnologia percebemos que o uso dessas ferramentas se faz necessário, fora e dentro da escola de forma continua e importante, não há mais opção de ignorar esses artifícios. No contexto escolar percebemos que todos fazem uso constantemente das Tecnologias Digitais de Informações e Comunicação sejam alunos ou professores. Em razão disso, a quinzena é dedicada a informações que podem ajudar a repensar o uso produtivo dos dispositivos móveis na escola.

Projeto fotográfico mapeia escolas pelo olhar de alunos é o texto sugerido aos gestores, embora a leitura pelos professores seja super recomendada. O autor da ideia lança a pergunta: quem melhor para retratar o cotidiano escolar do que os próprios alunos? Com essa máxima, ele teve a ideia de mapear escolas de todo o país a partir do registro fotográfico de crianças e adolescentes. Para mostrar como eles se relacionam com o local onde estudam, o professor Márcio Motta criou o projeto “Minha Escola no Mapa”, que apresenta a fotografia como uma ferramenta de expressão social.

O texto voltado aos professores é UNESCO mapeou 12 benefícios do uso de tecnologias móveis na educação e alerta que o uso cresce conforme a criatividade, inovação e intencionalidade pedagógica do educador, pois oferecem certas vantagens na hora de ampliar a aprendizagem. Aponta ainda que o uso dessas tecnologias móveis está superando barreiras de acesso – como a conectividade, por exemplo, que caminha para se tornar universal – e finalmente atingindo um debate mais maduro quanto aos caminhos para enriquecer o processo educativo.

Trazemos também a dica Projeto Minha Escola no Mapa – Inscrição, que tem como  objetivo criar um mapa fotográfico das escolas do Brasil e ter a possibilidade de conta e aprender muitas histórias pela visão de alunos e alunas. É importante ficar atento ao vídeo que acompanha a dica, ele esclarece bastante a iniciativa.

Na sequência, para incentivar a participação no projeto, publicamos a sugestão de atividade com o mesmo nome, pois ela complementa a ideia de unir as escolas de todo o Brasil através da fotografia e, além disso,  possibilita que os(as) educadores(as) aprendam a utilizar as ferramentas digitais para contar a história de diversidade sociocultural que nosso país apresenta! E o mais importante: a conexão para uma rede de troca sociocultural sem precedentes!

Seguindo a mesma direção, não poderíamos deixar de dar a interessante notícia sobre a iniciativa do Núcleo Pedagógico Rural de Joaçaba – NUPERAJO, parceiro da Copérdia no Programa Cooperjovem, que realizou pesquisa com os alunos utilizando GOOGLE FORMS.  Vale a pena acessar o link para conhecer os aspectos que, na opinião dos alunos e alunos,  caracterizam uma educação de qualidade.

Por fim, a sugestão de vídeo é Por que usar tecnologia. Anna Penido, diretora do Instituto Inspirare, fala do impacto da tecnologia na educação sempre que tiver propósitos e os cuidados para que seu uso não reforce as desigualdades.

Boa leitura e até a próxima quinzena

Equipe Cooperjovem SC

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Projeto fotográfico mapeia escolas pelo olhar de alunos

novembro 1st, 2017 Postado por  Cooperjovem SC

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Educador do litoral de São Paulo usa mapas personalizados para mostrar a relação afetiva de crianças e adolescentes com o ambiente escolar

por Marina Lopes  19 de outubro de 2017

Quem melhor para retratar o cotidiano escolar do que os próprios alunos? Com essa máxima, um educador do litoral de São Paulo teve a ideia de mapear escolas de todo o país a partir do registro fotográfico de crianças e adolescentes. Para mostrar como eles se relacionam com o local onde estudam, o professor Márcio Motta criou o projeto “Minha Escola no Mapa”, que apresenta a fotografia como uma ferramenta de expressão social.

“A ideia é trazer para esses alunos a consciência do uso da fotografia como linguagem”, explica Márcio, que faz parte da equipe de direção do Colégio COC Novomundo, localizado em Praia Grande (SP). Diferente do trabalho feito por um fotógrafo que visita as escolas com o olhar de quem vem de fora, ele diz que o grande destaque do projeto é a possibilidade dos alunos mostrarem como enxergam o seu ambiente educacional. “Toda a estrutura do projeto se baseia no aluno enquanto comunicador fotográfico da sua própria realidade.”

Nas primeiras etapas, a ideia é que os estudantes reflitam sobre o que é fotografia, trabalhando também com as aspectos de linguagem e técnica. “Independente do uso de um iPhone de última geração ou de uma câmera feita em caixa de madeira, as fotos podem ser belíssimas. Fotografia depende muito mais do olhar do que do equipamento”, defende.

Uma vez familiarizados com a linguagem, os estudantes começam então a fotografar o ambiente escolar. Feito isso, toda a produção será compartilhada no Google Fotos, incluindo um texto explicativo sobre cada imagem. “A ideia é que um aluno do Rio Grande do Sul consiga perceber como sua realidade escolar pode ser parecida ou diferente da realidade de um aluno do Pará”, exemplifica.

Depois de conhecer o projeto pela internet, a professora Larissa Fontenelle decidiu levar a proposta para sua escola. Trabalhando literatura com o ensino médio, ela percebeu na fotografia uma possibilidade de estimular que cerca de cem alunos de comunidades rurais de Irituia, no norte do Pará, pudessem retratar sua realidade. “Estou longe dos grandes centros e queria muito mostrar como as coisas funcionam aqui”, conta.

Na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Maria da Conceição Malheiros, ela começou a desenvolver o projeto relacionando a fotografia e o realismo na literatura. “Eu acho que isso está despertando o olhar deles para novas formas de perceber e significar a sua escola e a sua comunidade”, define a professora, que atualmente está na fase de receber e armazenar as imagens produzidas pelos alunos. “Eles não vão conseguir postar direto na internet porque não temos esse acesso.”

Após a conclusão da todas as etapas da jornada fotográfica, os trabalhos produzidos pelos alunos irão fazer parte de um mapa com registros de escolas de todo país.

Adaptado de http://porvir.org/projeto-fotografico-mapeia-escolas-pelo-olhar-de-alunos/

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UNESCO mapeou 12 benefícios do uso de tecnologias móveis na educação

novembro 1st, 2017 Postado por  Cooperjovem SC

A lista de tecnologias móveis possíveis dentro da escola cresce conforme a criatividade, inovação e intencionalidade pedagógica do educador – desde os smartphones pessoais dos estudantes, até tablets ou games, cada device oferece certas vantagens na hora de ampliar a aprendizagem.

Hoje, a UNESCO define como tecnologias móveis quaisquer dispositivos móveis, digitais, facilmente portáteis, com acesso à internet e recursos multimídia. Ela ainda aponta que o uso dessas tecnologias móveis está superando barreiras de acesso – como a conectividade, por exemplo, que caminha para se tornar universal – e finalmente atingindo um debate mais maduro quanto aos caminhos para enriquecer o processo educativo. A organização citou 12 benefícios do uso de tecnologias móveis na Educação, que você confere no infográfico abaixo:

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http://info.geekie.com.br/unesco-tecnologias-moveis/

Na Pesquisa TIC Educação, realizada em 2016, nota-se o crescimento das tecnologias da informação e da comunicação. Confira alguns dados neste infográfico!

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http:// info .geekie.com.br/uso-de-tecnologias-na-sala-de-aula/

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